Recusamo-nos a nela virar,
Preferimos o rumo dos montes um pouco depois,
Preferimos o branco que tomava tudo, até o horizonte.
Foi em meio a toda aquela neve infinita
Que teu longo cabelo vermelho,
Preferimos o branco que tomava tudo, até o horizonte.
Foi em meio a toda aquela neve infinita
Que teu longo cabelo vermelho,
Brilhando na ausência do sol e da cor,
Era o suficiente para colorir tudo o que deixamos ultrapassado:
Toda a cor deixada em Amasia estava reparada,
Todas as cores do mundo ali estavam,
Naqueles teus fios encarnados.
Tropeçamos e caímos juntos,
Passamos frio naqueles montes juntos,
Afundamos ao caminhar juntos,
E não falhamos em sentirmo-nos seguros juntos.
Ao voltarmos, ao deixarmos o presente ser passado,
Amasia e suas coloridas casas e morros pálidos eram nada,
Shirak era nada,
Estar rodeado pelo local mais frio da Armênia era nada:
Não tremi, não
–nem por um segundo–
Pois nenhum inverno alcançava o segurar de tua mão.
Naquele momento eu, sim, estava
No local mais quente que jamais poderia,
Seja um dia na vida,
Um dia no mundo,
Um dia em tudo.
Era o suficiente para colorir tudo o que deixamos ultrapassado:
Toda a cor deixada em Amasia estava reparada,
Todas as cores do mundo ali estavam,
Naqueles teus fios encarnados.
Tropeçamos e caímos juntos,
Passamos frio naqueles montes juntos,
Afundamos ao caminhar juntos,
E não falhamos em sentirmo-nos seguros juntos.
Ao voltarmos, ao deixarmos o presente ser passado,
Amasia e suas coloridas casas e morros pálidos eram nada,
Shirak era nada,
Estar rodeado pelo local mais frio da Armênia era nada:
Não tremi, não
–nem por um segundo–
Pois nenhum inverno alcançava o segurar de tua mão.
Naquele momento eu, sim, estava
No local mais quente que jamais poderia,
Seja um dia na vida,
Um dia no mundo,
Um dia em tudo.
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